...Um passaporte como este ilustra a identidade profunda de minha natureza poética e é testemunho de minha liberdade de acesso à globalidade da comunicação.
Guardo este documento tanto como um fetiche pessoal, quanto como o “Abre-te Sésamo!” de todas as cavernas de Ali Babá passadas, presentes ou futuras.
É, portanto, com prazer, que chamo atenção para o sincronismo espiritual de nossas duas visões e da fatal analogia de nossos pensamentos fronteiriços.
Pierre Restany,
Crítico de Arte
Paris, França. 2002